ABANDONANDO A AMNÉSIA TERRESTRE

Para quem ainda leu Conexão Urano e a Roda Cármica, um tira gosto. O capítulo 2, direto do meu ” Hangar de Contato “


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ABANDONANDO A AMNÉSIA TERRESTRE

Para lembrar quem somos eu recomendo um exercício que  fatalmente vai levar você, que está na Terra neste momento, de  volta para onde veio, pelo menos sua memória vai voltar.  Primeiro, recorde que desde criança nesta vida você gostou de  alguma forma de aviões ou coisas rápidas que te levavam a uma  sensação de poder e liberdade. Saiba que esta “sensação” não é  uma sensação humana. Humanos nunca voaram.

Estamos falando dos primeiros humanos, aqueles que você não sabe se são macacos ou humanos. Portanto, como você pode sentir, nesta vida, prazer em uma sensação de altíssima velocidade se os humanos naturais, que descendem dos macacos, nunca voaram e tinham muito medo de tudo?

Então, amigos Uranianos que estão em corpos terrestres, se vocês um dia tiveram prazer em voar ou em algo que os levou a uma velocidade extrema, além do que sua capacidade terrestre pode controlar, você não é um humano e não descende dos humanos. Isso serve também para todos os que são herdeiros de outras raças estelares.
Bem, agora que você já aceitou que voar nunca foi uma atividade humana típica e que surgiu apenas recentemente entre vocês, já começa a ficar mais fácil lembrar de outras sensações.

Qual de vocês ao olhar fotos do Universo, muitas bem retratadas por satélites naturais, tem a deliciosa sensação de “estar em casa” e uma vontade muito grande de um dia poder entrar em uma dessas naves terrestres e dar um passeio? Humanos naturais sempre tiveram reações estranhas ao que viam no céu, e a maioria delas sempre foi a de se esconder para que algo não caísse em cima de suas cabeças.

Portanto, como você pode dizer que é descendente dos humanos naturais se os humanos até 100 anos atrás nem sabiam como realmente eram os planetas? Que cores tinham e como eram as galáxias? Os humanos evoluem rapidamente, é verdade. Mas não estão sós e nunca estiveram sós. A raça humana original poderia ainda estar disputando território com animais selvagens se “algo” não tivesse sido colocado em sua “mente animal” milhões de anos terrestres atrás. Este “algo” é o buraco que seus cientistas e pesquisadores não conseguem explicar. O elo perdido.

É assim que vocês aprenderam a chamar a fase em que o animal símio se levantou e passou a ter rudimentares elementos em sua mente símia capazes de torná-lo diferente dos outros reinos que habitavam o lindo planeta de vocês. Foi assim que o “bicho homem” começou a criar e a descobrir.
Fagulhas divinas, vamos dizer assim, foram inseminadas nos pobres símios incapazes de raciocinar por si sós. Aos mais científicos, podemos escrever que uma grande quantidade de moléculas de DNA foram introduzidas em laboratório, para que um ou vários casais de símios dessem origem ao ser humano que existe hoje.

Sim, vocês evoluíram muito dos macacos para cá. E isso se deve também à influência de alguns povos que resolveram introduzir genes humanos em seus voluntários, gerando posteriormente uma raça superior com traços e características humanas, porém, jamais poderiam ser chamados de humanos por ninguém com um mínimo conhecimento de arqueologia sideral.
Cérebros antigos foram encontrados em vários lugares da África e do Oriente Médio onde a civilização não destruiu totalmente seus momentos do passado. Eles foram deixados de lado, por não parecer em nada com humanos. Foram diagnosticados como cérebros de algum animal extinto. Extinto sim, mas jamais um animal.

Os povos que cercaram vocês com seus conhecimentos são muitos. E eles continuam em seus genes, evoluindo e aproximando vocês de seus verdadeiros povos. E assim também acontece com os semelhantes de Urano. Se bem que nós nunca contribuímos para a evolução humana no aspecto genético. Sempre contribuímos no que se refere à proteção ambiental, formulação de vacinas e avanços tecnológicos nas áreas de preservação da vida no planeta.

Sua água já foi poluída muitas vezes e envenenada com fins bélicos e fomos nós, os Uranianos, que trabalhamos para extrair o veneno da água. Gases atmosféricos são outra ameaça, e nós, os Uranianos, trabalhamos para emprestar nossa tecnologia para salvar a Terra de uma mega-hecatombe nuclear que poluiria o universo de forma significativa e a vida de globos vizinhos.

A genética humana que hoje conhecemos são empréstimos vitais de raças que estiveram na Terra, pesquisando o infinito mar de possibilidades de vida e quais as nações que se perpetuariam por aqui, até que a raça humana original alcançasse um grau de progresso e responsabilidade, e que os povos do universo pudessem se retirar e apenas conviver em paz com seus vizinhos humanos.

Vocês sabem que isso nunca aconteceu e inúmeras intervenções, para não dizer centenas, foram necessárias para que a Terra não fosse destruída, ora pelos próprios humanos, ora por nações estrangeiras com vibração bélica. Mas é compreensível que os humanos de origem humana de verdade continuem na escuridão, quase na época das cavernas em suas mentes primitivas, e não consigam acessar as informações necessárias para evoluir.

E ainda são milhões os representantes verdadeiros da raça humana que estão neste patamar vibratório. Provavelmente você que está lendo este livro não é um humano natural. É um humano concebido por povos estelares e que possui em seus DNA parcelas significativas do DNA de povos estelares.

Hoje o planeta Terra possui uma grande composição biológica no que se refere a povos que a habitam. É importante que vocês saibam que 80% dos seres que habitam a Terra são provenientes de experiências genéticas feitas bilhões de anos atrás. Apenas 20% são humanos verdadeiros, descendentes naturais dos macacos e que não foram tocados geneticamente para que os estudos sobre uma verdadeira raça planetária tivessem começo, meio e fim.

Para falarmos destes 80% de seres “mesclados” geneticamente, teríamos que, primeiro, desvendar algumas verdades de um passado remoto para vocês e recente para nós, para quem o tempo não permite nenhum tipo de avaliação séria. O tempo é uma das armadilhas cármicas que o TODO3 criou neste grande e infeliz laboratório que é a Terra. E por falar em armadilhas cármicas, todos os seres que se propuseram a contribuir com a grande experiência humana na Terra ficaram sabendo de antemão que estariam sujeitos a essa regra que não faz parte das Leis Universais, mas que existe no grande laboratório terrestre.

Na prática, o que isso significa realmente? A resposta está na sua vida e na vida de todos que um dia passaram pela Terra e se envolveram nas armadilhas sentimentais que envolvem os seres que aí habitam. Para que existisse um aprimoramento genético significativo, seria necessário que as experiências não acabassem tão cedo e isso só seria possível se os corpos etéreos dos primeiros humanos mesclados geneticamente sempre retornassem à Terra, após o desaparecimento de seus corpos físicos.

Então, o processo de retornar a um novo corpo físico após o desaparecimento de um corpo dilacerado pelo tempo e pelas dificuldades da 3D seria a forma mais correta de não se perder a memória genética que tanto contribuiu e contribui para o desenvolvimento de uma raça equilibrada, harmônica em todos os sentidos.

Portanto, o que estou tentando explicar em palavras simples é que muitos dos seres com almas geneticamente alteradas, para voltarem a novos invólucros humanos, perpetuaram-se nas emoções e fatalidades humanas, alimentando de forma irrefutável a Lei do Carma, existente tão somente no planeta Terra.
Esta é uma lei gerada pelo criador deste planeta e seus conjuntos de entidades supragaláticas, para que a habitação neste planeta se desse de forma que resolvesse problemas que uma futura raça pudesse ter. O sistema reencarnatório procede desde que exista a possibilidade desta alma geneticamente trabalhada poder requerer tal pedido ao TODO. Vocês perguntam sempre por que os povos estelares não surgem em abundância na esfera terrestre e uma das respostas mais sinceras possíveis que se possa dar é: não queremos contato com a Lei do Carma terrestre.

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