Conspiração uraniana no Japão

Outro aspecto que muitas pessoas estão dando importancia no livro Conexão Urano, é o fato de constar que a nave uraniana foi localizada no Japão de 1870,  localizada muito  abaixo de  um campo de arroz, e que depois disso já no século XX, por ocasião da segunda guerra mundial, a captura desta nave foi o real motivo para que os Estados Unidos atacassem Hiroshima e Nagasaki. Pedaços da nave estariam guardados ainda hoje entre famílias japonesas. Quem tiver alguma nova informação que possa nos levar ao levantamento de conexões com este caso, entre em contato.

Veja o filme com maiores detalhes.

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4 thoughts on “Conspiração uraniana no Japão

  1. Olá Felipe. Sua pesquisa sobre o assunto da nave caída em terras japonesas é invejável e só vem acrescentar aos poucos conhecimentos que ainda temos.

    Abro aqui uma janela para que pessoas que tenham acesso a cultura japonesa e que tenham mais informações para nos fornecer, que sintam-se a vontade para colaborar no sentido de trazer a tona o segredo desta nave uraniana indicada pelo Capitão Vitzo.

    Todos nós temos direito a estas informações, que nos conectam com o passado desconhecido do planeta Terra e de seus inusitados visitantes.

    Valeu Felipe! Continue sua pesquisa!

  2. Muito interesante.

    Conheci uma pessoa ligada a religião japonesa, da qual ela praticante que me falou que os lideres dessa “igreja” no Japão tem em seu poder um artefato de origem extraterrestre.

    1. Oi Roberto.

      Se você tiver mais infrmações a respeito, por favor, passe pra gente.

      Segundo o Capitão Vitzo, algumas famílias passaram de geração em geração estes pequenos artefatos que sobraram depois da desmontagem da nave uraniana e a destruição dos galpões onde ela estava guardada na Segunda Guerra Mundial.

      Abraço e obrigado!

  3. Há poucos meses iniciei uma pesquisa, ainda não finalizada, acerca da história uraniana no Japão e encontrei coisas interessantes…

    Observei que há uma misteriosa coincidência entre a História da Mitsubisshi e a da empresa mineradora que teria descoberto a nave no subsolo do mar (na verdade, creio que no subsolo de uma ilha banhada pelo mar) a partir de 1870. E por que? Após buscar informações sobre o que se teria passado em Hiroxima antes da Bomba, não encontrei nenhum elo com a tal mineradora, até porque a cidade não fora sede de qualquer mineradora de grande monta e a indústria que ali se desenvolveu era de transformação de produtos agrícolas (e não propriamente minerais). E também não sofrera um impacto de grande monta por força do esforço desenvolvimentista do Período Meiji, que incluiu até uma Missão japonesa, a Missão Iwakusa, composta de diplomatas, políticos e pesquisadores, não só do Japão, como também de outros Países, que haviam estabelecido um laço mais forte de amizade e que durante quase dois anos rodou o Mundo Ocidental atrás de novos conhecimentos tecnológicos e posteriormente influenciou uma verdadeira revolução industrial no Japão, que até então era um País tipicamente agrícola e com uma indústria incipiente, que não comportava um processo de desenvolvimento capaz de tirar o japão do atraso econômico em relação aos demais Países que exerciam já forte influência no Pacífico (China, Rússia, Estados Unidos, França e Inglaterra).

    Pois bem, em todo esse processo, a Região que mais se destacou foi o Sul do Japão e mais precisamente a Região de Nagasaki, colonizada por Portugueses e Holandeses, cuja relação com o Japão já monta cerca de 400 anos, que se iniciou nos primórdios do Século XVI, quando navegadores flamengos aportaram na Baía de Nagasaki. Aliás, houve forte influência dos holandeses no progresso do Japão como um todo e de Nagasaki em particular.

    Pois bem, foi em Nagasaki que um navegador Japonês (diz-se que tenha sido um Samurai da Tosa Clan), de nome Yataro Iwasaki, fundou, em 1870, a Tsukumo Shokai, uma Companhia de navio a vapor, que mais tarde veio a se chamar “Mitsubischi Steamship Company”, pois o nome Mitsubishi teria um forte significado para ele, em alusão ao Tosa Clan, para quem Yataro trabalhara (“Mitsubishi” quer dizer “Três Diamantes”, que seria o Símbolo da Tosa Clan, três diamantes ligados por uma das pontas, formando um triângulo… isso lhe soa familiar? Pois é…).

    Antes, nos idos de 1857, por solicitação do Governo de Tokugawa Shogunate, um Grupo de engenheiros holandeses com materiais e máquinas chegaram em Nagasaki e iniciaram a construção de uma Fundição, que foi chamada de “Fundição Nagasaki Yotetsusho”, que mais tarde foi encampada pelo Governo Meiji e submetida ao controle da Prefeitura Judiciária de Nagasaki, até ser arrendada pela Mitsubishi Company, em 1884. É de se destacar que a 1ª Doca para reparação de navios foi concluída em 1879.

    Em 1881, a empresa começou a explorar carvão através da aquisição da mina Takashima, utilizado como combustível para as suas extensas frotas. Essa Mina situava-se numa Ilha chamada Taka-Shima, ao Norte de Nagasaki. Mas outra Ilha onde a empresa explorou carvão é a de Hashima ou Gunkunjima (também conhecida como “Batleship Island”, em razão da sua silhueta). A Mitsubishi comprou a ilha em 1890 e iniciou o projeto, cujo objetivo era recuperar o carvão das minas submarinas. Nessa Ilha veio a ser construído em 1916 o primeiro grande edifício de concreto do Japão (de 11 andares), que seria um bloco de apartamentos para acomodar suas fileiras crescentes de trabalhadores (muitos dos quais eram recrutadas à força a partir de outras partes da Ásia). Tal estrutura ainda teria o condão de proteger a Ilha contra a destruição de um tufão. De fato, a estrutura é algo descomunal e ainda não consegui ver a entrada para a mina.

    Posteriormente a empresa especializou-se em reparar grandes embarcações e, mais tarde, em reparar navios de guerra e produzir inclusive armamentos e aviões, diversificando cada vez mais suas atividades, chegando a contribuir consideravelmente no desenvolvimento do Japão nos anos 50 e 60 do Século XX.

    Há muitas coincidências e referências históricas que legitimariam o entendimento de que a Mitsubishi teria algo que ver com o acobertamento da história do resgate da nave caída há 5.000 séculos atrás…

    Grande abraço a todos os Irmãos Uranianos!

    Felipe Gonzaga.

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