O LIVROS DOS ESPÍRITOS E O LIVRO DOS URANIANOS

Em minhas pesquisas, localizei algumas questões referentes aos extraterrestres e outros mundos, e não resisto a fazer alguns comentários sobre cada tópico,baseado nos livros Conexão Urano – A Roda Cármica e Conexão Urano 2 – O Reino Azul.
Vamos as questões formuladas por Allan Kardec, no século 19.

173 b Podemos voltar à Terra após ter vivido em outros mundos?
– Seguramente. Já vivestes em outros mundos além da Terra.

Trecho de Conexão Urano – A Roda Cármica

“Lembrar quem somos nós, os uranianos, não é tarefa fácil para nossos representantes que há muito tempo embarcaram em uma viagem sem volta para o planeta Terra.
Mas quero relembrar aos nossos compatriotas que nos dias de hoje estão em Terra, vestidos em corpos humanos, que somos quem somos por não sermos seres que habitam a Terra. A não ser em ocasiões especiais e em jornadas em que militares uranianos, especialistas em descobrir novos orbes, avançam sobre planetas distantes de nossa realidade.”

174 Voltar a viver na Terra é uma necessidade?

– Não; mas se não avançardes, podereis ir para um outro mundo que não seja melhor e que pode até ser pior.

Trecho de Conexão Urano – A Roda Cármica

O Capitão Vitzo descreve após o seu desencarne na Terra, as possibilidades que teria de  voltar para Urano.

“O parecer do ser que nos apresentou as cenas em que eu infringi a Lei do Carma, tirando a vida de um humano, mudava a freqüência de afinidade de meu corpo etérico com o ambiente terrestre. Estava preso magneticamente à vibração terrestre e não poderia mais sair sem que antes entrasse na roda das encarnações. O que isso significava me foi explanado por um outro ser mais velho, também claro e com as mesmas características dos outros, mas que parecia ser um especialista na arte de explicar a pobres alienígenas que, como eu, respeitava a Lei Maior, as Leis Universais do TODO. E essas leis não regiam o ambiente terrestre.
Ele me explicou muitas e muitas vezes que a maneira mais fácil de eu me libertar das magnéticas leis terrestres seria entrar na Roda das Encarnações.

De forma simples, disse que eu poderia trabalhar na Terra vestindo um corpo humano e que assim, sem saber de minhas origens interplanetárias, poderia me desenvolver física e moralmente para “anular” o ato que cometi ao tentar defender minha tenente-coronel. Outra saída seria permanecer em corpo uraniano sutil, mas sem poder voltar a Urano, tendo que permanecer em um dos campos magnéticos da Terra trabalhando junto a um sem-fim de setores de apoio ao orbe terrestre. Perguntei o que seria mais certo fazer e qual das atitudes a tomar seria a mais correta para realizar a “anulação” de meu carma.

Juhnor, este era o nome do ser responsável pela minha “catequização”, afirmou que seria mais sensato e mais rápido que eu tomasse o caminho da Roda das Encarnações, pois um dia encarnado equivaleria a dez anos de trabalhos ao redor da materialidade terrestre. Lembrou-me de que, quanto mais rápido encarnasse, mais poderia aumentar a velocidade do processo de libertação e voltar para o Universo e para Urano.

Perguntei a ele se meus oficiais estavam livres para partir e ele disse que infelizmente eles também estavam presos à Roda das Encarnações. Nós éramos um grupo e havíamos mudado o rumo das coisas no planeta em grupo. O meu ato defensivo foi mais um tópico da Lei do Carma que foi infringida e assim todos nós fomos magneticamente arrastados para a roda cármica sem saber que não sairíamos tão cedo dessa armadilha intergaláctica.”

175 Existe alguma vantagem em voltar a habitar a Terra?
– Nenhuma vantagem em particular, a menos que se esteja em missão. Nesse caso se progride aí como em qualquer outro mundo.

Trecho de Conexão Urano – A Roda Cármica
O Capitão Vitzo descreve após o seu desencarne na Terra, como foi seu processo ao reencarnar em corpos humanos.

“O que teria de ser feito foi feito.
Assim, colocamo-nos à disposição do sistema reencarnatório da Terra para pagar nossa dívida e nos libertamos magneticamente do controle sobre nossos corpos. De forma alguma gostaríamos de ficar permanentemente sobre o orbe terrestre.

Para nós não foi nada fácil ver onde seríamos introduzidos e em que corpos. A vida na Terra mal começara e o que víamos por ali era a mais tenra proliferação de homens-macaco, que, segundo eles, já possuíam fagulhas estelares, presente de povos amistosos que colaboravam para o desenvolvimento terrestre. Voltamos à Terra em corpos de pequenos homens-macaco e nossa memória secular uraniana foi afastada de nossas atuais mentes pré-históricas. Crescemos em nossa primeira vida na Terra ao lado de seres primitivos ao extremo e morremos muito cedo também, ou fomos mortos em lutas entre tribos adversárias, ou de frio, ou de fome, ou por animais gigantes, ou matávamos para nos defender de nossos inimigos naturais.

Na verdade, o que aconteceu é que a Roda das Encarnações se transformou em um caminho sem fim, no qual acompanhamos a evolução do homem até os tempos atuais. Reencarnando e esquecendo quem éramos, fomos nos tornando humanos, cada vez mais humanos. A cada 1.000 anos, reencarnávamos muitas vezes porque a vida do homem era muito curta e isso foi possível todas as vezes que nos permitiram voltar. Fomos nos apaixonando por projetos que deixávamos para trás ao morrer e fortalecendo nossa vontade de participar do sucesso do planeta que evoluía a passos largos. Vivemos vidas com 3, 5, 12, 18, 24, 36, 52, 70 anos de duração. Vimos, assistimos e participamos da história humana mesmo sem saber que éramos soldados alienígenas vestindo corpos menores e muito, muito diferentes do nosso corpo original.

Nos últimos 1.000 anos, reencarnamos em um número de vezes menor, porém, em várias regiões da Terra, porque sempre que voltávamos ao setor de reencarnações, nos pediam que fôssemos atuar em áreas mais desprovidas de conhecimento moral, espiritual e intelectual, e sempre com a promessa de que um dia nos libertaríamos da Roda das Encarnações e voltaríamos para Urano.

Eu deixei de pensar em Urano logo depois da décima encarnação, porque para mim nada daquilo fazia sentido. E só começou a fazer algum sentido quando eu fui me afastando da minha origem e me adaptando com muito esforço à maneira de pensar dos humanos. Esta tarefa foi um desafio muito grande a ser vencido porque negar a vibração dos uranianos, que é amorosa e de alto nível emocional, espiritual e intelectual, e simplesmente substituí-la por valores duais que em nenhum momento preenchiam o meu ser como um todo, quase me levaram à loucura. Muitas vidas eu preferi ser morto ou perder a vida facilmente para voltar ao meu corpo etéreo uraniano e com ele permanecer no astral.

E muitas vidas em que pude reencarnar não o fiz porque preferi ficar consciente como um uraniano do que inconsciente como um humano. Trabalhei em muitas áreas ao redor da Terra e ajudei muito no desenvolvimento da tecnologia hoje existente no que se refere a máquinas de transporte naval e submarino. Desenvolvemos sistemas junto a outros povos estelares presos na roda cármica para que o homem dominasse a energia. Criamos situações favoráveis para que um dos nossos descobrisse a energia elétrica, outro comandasse o desenvolvimento eletro-eletrônico, e assim por diante.

Percebemos que, ajudando com nossos conhecimentos, o tempo passaria mais rápido. Isto já é pensar como um humano. Outras nações trabalharam muito na área da saúde e o desenvolvimento de controle de todo tipo de ameaça à sobrevivência do planeta foi contido a tempo. Muitos morreram em prol do saneamento da vida na Terra e muitos nasceram novamente graças a seus próprios esforços em uma vida passada.

Passamos muitas vidas observando o que foi feito desde nossa chegada ao planeta laboratório e ficamos muitas  vezes felizes por tudo o que fizemos. Ajudamos um lugar abandonado à própria sorte a se tornar melhor e mais forte, apesar de todos os problemas que a terceira dimensão proporciona e dos ataques de seres apaixonados pelas baixas vibrações que foram introduzidas na Terra antes de nossa chegada.”

175 a Não seria melhor permanecer como Espírito?
– Não, não. Seria permanecer estacionário, e o que se quer é avançar para Deus.

Trecho de Conexão Urano – A Roda Cármica

“A partir daí não tive mais curiosidade de ver o que aconteceria comigo e com a nave. Uma dor invadia o meu coração de tanta melancolia e de ver que, após tantas vidas passadas, eu não consegui reduzir o meu aspecto carmático diante das Leis Terrenas. Ao contrário, reparti com muitos dos meus o sentimento de derrota em não absorver corretamente os ensinamentos terrestres para a absolvição dos erros cometidos em seus planos físicos. Mas como poderia ser isso correto se não sou um humano, se não aceito e não compreendo suas leis?
Essa era uma pergunta que não saiu de minha mente desde o acordo que fizemos com os pleiadianos que tomavam conta do setor de desembarque de alienígenas capturados pela Lei Maior da Terra.”

Falar da maioria de minhas vidas em corpos físicos nesta terceira dimensão seria ficar falando sempre o óbvio para um uraniano. Sei que não é nada óbvio para vocês acreditar em reencarnação e muito menos em um ser de outro planeta que diz ter vivido tanto tempo por aqui. Mas não acreditar ou acreditar faz parte das dualidades terrestres e eu não vou perder tempo com isso. O importante é saber. E eu sei que estou aqui agora relembrando fatos que abalaram minha vida e que mudaram todo o projeto de uma vida. Está certo que uma vida em Urano é bem mais longa do que uma vida terrestre e não existe o voltar depois de uma vida vivida lá. Existe o ampliar, renascer de outra forma em outro espectro de vida. Você amplia sua visão e sua participação no TODO e assim caminha sempre aprendendo mais. Este sistema “cadeia” que vocês vivem na Terra não faz o mínimo sentido para nós porque não temos “pecados” nem “perdões”. Somos o que somos e nos voltamos para o TODO em tudo o que fazemos.

Voltar-se para o TODO é algo muito maior e mais significativo do que vocês possam imaginar. O TODO é o mantenedor de nossas vidas e nós somos os mantenedores do TODO. A base de conhecimento sideral está disponível para todos que fazem parte deste sistema que não comete injustiças porque não existe o conceito dual da justiça/injustiça. Existe o padrão “C” ou o padrão “A”, que são padrões estabelecidos de comportamento sideral. Esses padrões podem ser alterados desde que você esteja em uma região do universo onde é necessário mudar para ampliar a compreensão do TODO.”

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2 thoughts on “O LIVROS DOS ESPÍRITOS E O LIVRO DOS URANIANOS

  1. Sou espírita e fico cada vez mais surpreso ao ver as informações dos uruanianos coincidindo com o que Kardec divulgou a mais de 150 anos atrás. Obviamente a nomeclatura muda um pouco, mas é tudo uma questão de palavras. A Verdade é única e pertence a todos aqueles que estão unidos ao Todo!

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