Caso Higgins. Uranianos na Terra?

 Outro dia me deparei com um caso  famoso, ocorrido há 64 anos atrás, na cidade de Bauru, São Paulo,  e que está registrado nas páginas do Jornal Diário da Tarde, datado de 08 de Agosto de 1947. Eu não conhecia o caso, mas algo me chamou a atenção do depoimento da principal testemunha. Vejam:

Eu estava, diz o Sr. Jose C. Higgins, no dia 23 de Julho, a Oeste da Colônia Goio-Bang, que fica a Noroeste de Pitanga e a Sudeste de Campo Mourão, realizando alguns trabalhos topográficos, quando, ao atravessar um dos raros descampados da região, um silvo profundo, porem baixo, me fez levantar e olhar para o céu. Vi, então, algo que me ouriçou os cabelos: uma estranha nave aérea, de forma circular, com os rebordos absolutamente iguais aos de uma cápsula de remédio, descia do espaço. Meus homens, todos caboclos simples, fugiram espavoridos ante o que lhes era dado ver. E eu, não sei porque, resolvi ficar, para aguardar os acontecimentos.

“O estranho aparelho percorreu em circulo fechado o terreno e aterrou, mansamente, a uns 50 metros do local em que me encontrava. Era algo surpreendente. Tinha aproximadamente 30 metros de diâmetro fora os rebordos, de um metro mais ou menos – e uns 5 metros de altura total. Era atravessado por uns tubos em diversas direções, seis dos quais deixavam ouvir o citado silvo, sem, entretanto, fazer fumaça. A parte que pousou no solo era provida de hastes curvas, que se arcaram um pouco mais ao tocar no chão. Ao todo parecia ser feito de um metal branco-cinza, diferente, porem, da prata.

“Enquanto eu examinava o seu conjunto, sem contudo me atrever a mexer no aparelho, verifiquei, ainda uma parede deixando ver uma janela provida de vidro ou coisa semelhante. Vi então, duas pessoas que me examinavam com ar de curiosidade. Essas pessoas, como constatei ao primeiro olhar, eram de aspecto estranho. Decorridos alguns segundos, uma delas voltou-se para o interior do aparelho e, ao que me parece, falar com alguém. Imediatamente, ouvi barulho no interior do mesmo e uma porta, por baixo do rebordo, se abriu, dando passagem a três pessoas, metidas dentro de uma espécie de macacão transparente, que as envolvia completamente, cabeça e tudo, e que estava inchado como uma câmara de ar de automóvel, cheia de ar comprimido. As costas, tinham um mochila de metal, que me pareceu ser parte integrante da vestimenta.”

Notei ainda que sua aparência estranha era devida aos olhos bem redondos, grandes, e sem sobrancelhas, tendo no entanto cílios e a calva bem pronunciada. Não tinham barba e suas cabeças

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eram grandes e redondas e as pernas mais compridas que as proporções que conhecemos. E quanto a altura, tinham uns trinta centímetros a mais do que eu, que tenho um metro e oitenta.

“O mais interessante é que pareciam irmãos gêmeos, tanto os de macacão quanto os que estavam a janela, por trás dos vidros. Um deles trazia um tubo do mesmo metal do aparelho na mão, pequeno tubo, e o apontava para mim. Notei que falavam entre si. Ouvia perfeitamente as palavras e, entretanto, nada entendia. Falavam uma lingua que eu jamais ouvira, mas bonita e sonora. Apesar do seu avantajado porte, moviam-se com incrível agilidade e leveza, formando um triangulo em minha volta. O que empunhava o tubo fez gestos indicando me que entrasse no aparelho. Ante esse gesto, aproximei-me da porta e só pude ver um pequeno cubículo, limitado por outra porta interior e a ponta de um cano vinha de dentro. Notei ainda diversas vigias redondas, na base da saliência ou rebordo.

“Comecei a falar, perguntando para onde me queriam levar com muitos gestos. Compreenderam a gesticulação e o que me pareceu o chefe fez no chão um ponto redondo cercado de sete círculos. Mostrando o Sol no espaço, indicou-me o sétimo circulo, apontando alternadamente esse circulo e o aparelho. Fiquei mudo de espanto. Sair do mundo com vida? Não era comigo!

“Diante disso refleti. A luta era-me impossível, pois eles eram mais fortes no físico e em numero. Tive então uma idéia. Havia notado que eles evitavam ficar ao Sol. Assim, encaminhei-me para a sombra e, tirando do bolso a minha carteira, mostrei-lhe o retrato de minha esposa, dizendo-lhes que queria buscá-la, por meio de gestos. Não me detiveram. Sai e, dando graças a Deus, internei-me no mato, donde fiquei a espreitá-los. Brincavam como crianças, dando saltos e atirando longe pedras de tamanho descomunal.

Decorrida meia hora, mais ou menos, depois de olharem detidamente os arredores, recolheram-se ao aparelho, que se ergueu no ar com o mesmo silvo, dirigindo-se para o Norte, subindo ate desaparecer nas nuvens.

Jamais saberei se eram homens ou mulheres. Porem posso afirmar que, apesar das características que apontei, são belos e aparentam ter esplendia saúde. Por outro lado, é-me difícil traduzir em letras a sua linguagem. Contudo, recordo-me de duas palavras: “Alamo” e “Orque”, aquele designando o Sol e esta o sétimo circulo do desenho. Se pudesse ter certeza de que voltaria, sabe Deus por onde andaria a estas horas!

Teria sido um sonho? Teria sido realidade? As vezes duvido de que isso tenha realmente acontecido, pois bem pode ser que tudo não tenha passado de um estranho mas belo sonho“.

Analisando o depoimento, podemos observar algumas particularidades que são semelhantes as características do povo uraniano. Em primeiro lugar, a falta de capacidade dos uranianos de respirar oxigênio. Veja o que diz o Capitão Vitzo em seu livro “Conexão Urano. A Roda Cámica” : “Indaguei com leveza sobre minha morte na selva terrestre e logo fui avisado de que deveria me acalmar, que aquele meu corpo físico havia sido extremamente danificado e que meus sensores de vida perderam seu vigor ao entrar em contato com o oxigênio, que invadiu minhas entranhas e, como um veneno rápido, adiantou meu processo de falecimento.”

Em segundo lugar, detalhes da aparência.” olhos bem redondos, grandes, e sem sobrancelhas, tendo no entanto cílios e a calva bem pronunciada. Pareciam irmãos gemeos” Veja o que a Comandante Tunia fala sobre os Uranianos:

108. Seres femininos uranianos possuem algum órgão que as diferenciam dos seres masculinos, seja fisicamente ou emocionalmente? Não, somos muito parecidos, quase idênticos. Nossas funções são as mesmas, tamanhos, valores. Fisicamente o que nos diferencia é uma expressão no olhar, ou talvez uma rigidez maior nos rostos masculinos.   Em terceiro lugar, indicação do sétimo planeta do sistema solar: Urano!

E em quarto lugar, a descrição de que “eles evitavam ficar no sol”. Vejam o que diz o Capitão Vitzo :”

“Minha pele não aceitava bem a realidade atmosférica da Terra e minha roupa transformadora de gases começou a trabalhar para umedecer a pele, que é semelhante à pele dos golfinhos. Ela não pode ficar muito tempo sem água, que é o elemento mais próximo do que nossa pele necessita para respirar e sobreviver.”

Acredito que pela veracidade do depoimento, mesmo humanamente imperfeito, e pelas indicações que temos acima, podemos supôr que exista uma grande chance de nossos irmãos uranianos terem vindo até a Terra, protegidos de tal forma que sobrevivessem ao contato de seus corpos com o oxigênio. A descrição dos seres é muito semelhante as que temos em todos os livros em que descrevo os Seres de Urano e a indicação do sétimo planeta como casa,e o convite para que o contatado subisse na nave, nos mostra que os seres eram muito amistosos e que tinham algo, alguma ligação com o sr. Higgins. Estou longe de afirmar que a possibilidade de que os uranianos estiveram entre nós em 1947, seja real. Mas posso afirmar que, se o caso Higgins for realmente, segundo todas as descrições que vi, uma caso verídico, tudo indica para que esta possibilidade seja cada vez mais palpável, diante de tantas evidências.

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15 thoughts on “Caso Higgins. Uranianos na Terra?

  1. Del, meu livro dos Uranianos chegou, estou muito ansioso para começar a leitura!!!

    Obrigado por nos proporcionar esses belos livros junto aos irmãos de urano…

    até sexta feira no PVU !!! =) …
    Jota

  2. Outra coisa Del, talves o senhor Higgins ficou muito emocionado e nao percebeu muito bem a cor dos seres por possuirem vestimentas e um aparato em seus corpos, talves nao seria uma cor totalmente azul, já que varia um pouco a cor dos uranianos de azul forte a azul esverdeado quase prata.

  3. Oi Del,

    Interessante este contato….. e nesta época quase não se falava em avistamentos de OVNIS.
    Mas me esclareça sobre a região, fiquei em dúvida. Pitanga é Sul de PR , isto ocorreu em Bauru?
    Abraços fraternais,

  4. Del,
    É verdade, na PMI a Cris comenta o fato do Sr Higgins não falar sobre a cor azul e eu disse que cheguei a pensar a mesma coisa. Mas há nuances diferentes do azul e inclusive a roupa que usavam poderia estar dificultando essa percepção, certo?

  5. Verdade Del, se o Sr. Higgins relatasse que os seres eram azuis ou se aproximavam disto, se encaixaria 100% com os irmaos Uranianos. Acredito que há casos em que o Todo permite alguns seres entrarem em nossa realidade sem se contaminar com o sistema cármico.

    “Brincavam como crianças, dando saltos e atirando longe pedras de tamanho descomunal.”

    Com certeza nao eram imagens holográficas!

    SU!

  6. Caso Higgins

    Achei muito interessante este caso e a experiência que ele teve! E a primeira coisa que me perguntei foi, mas qual seria a cor deles ? A cor azul deveria ser um detalhe importante para que ele não deixasse de relatar ! Mas imediatamente “pensei” e lembrei que há uma variação na tonalidade da cor de pele dos uranianos. Como é relatado nos livros dos uranianos.

    Creio que o que o Sr.Higgins relatou sobre a indicação do sétimo planeta, é o mais importante! Ou os visitantes eram de Urano ou das proximidades de Urano.

    Intrigante. Fiquei curiosa em saber mais sobre este caso…

  7. “Noroeste de Pitanga e a Sudeste de Campo Mourão”

    Del, meu avô morou em Jussara nesta época que pertence a este quadrante no estado do Paraná. Apesar dele nao acreditar na vida alienígena, ele conta que várias vezes observou a “mae do ouro” e outros fenômenos na atmosfera nesta regiao. Acredito que seja verdade este caso, pois nesta época uma pessoa que iventasse isso seria ridícularizada ao máximo e até presa pelas autoridades.

    Interessante!

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