Cientistas humanos começam a repensar Leis da Física

Quando começo a achar que os humanos e sua ciência podem ficar estagnadas devido a milhares de intereses escusos, vejo uma luz no fim do túnel. Leiam com atenção esta matéria abaixo, extraida do site IT ( http://www.inovacaotecnologica.com.br) . Depois, ao final, voltarei com algumas ponderações encontradas nos livros dos Uranianos, e também algumas palavras do Capitão Vitzo .

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Uma equipe de astrofísicos está propondo uma teoria que muda radicalmente a forma como entendemos o Universo.

Em um artigo ainda não aceito para publicação em revistas científicas, o grupo afirma ter encontrado indícios de que as leis da física são diferentes em diferentes partes do Universo.

Constante alfa

O artigo propõe que uma das supostas constantes fundamentais da natureza talvez não seja assim tão constante.

Em vez disso, este “número mágico”, conhecido como constante de estrutura fina – ou constante alfa – parece variar ao longo do Universo. A constante alfa mede a magnitude da força eletromagnética – em outras palavras, a intensidade das interações entre a luz e a matéria.

Há alguns anos, físicos propuseram que alfa poderia ter variado ao longo do tempo – numa escala de 12 bilhões de anos – mas agora os físicos propõem que ela varia ao longo do espaço.

Pelos dados obtidos pelos pesquisadores, a constante alfa não seria constante, mas variável, contrariando o princípio da equivalência de Einstein, que estabelece que as leis da física são as mesmas em qualquer lugar.

“As implicações para o nosso entendimento atual da ciência são profundas. Se as leis da física passam a ser apenas ‘sub-leis locais’, pode ser que, embora a nossa parte observável do Universo favorece a existência da vida e dos seres humanos, outras regiões mais distantes podem ter diferentes leis que se oponham à formação da vida, pelo menos tal como a conhecemos,” especula ele.

Eixo magnético universal

As conclusões dos pesquisadores foram baseadas em medições realizadas com oVery Large Telescope (VLT), no Chile, e com os maiores telescópios ópticos do mundo, no Observatório Keck, no Havaí.

“Os telescópios Keck e VLT estão em hemisférios diferentes – eles olham para direções diferentes ao longo do Universo. Quando olhamos para o norte com o Keck, vemos em média um alfa menor nas galáxias distantes, mas quando olhamos para o sul com o VLT, vemos um alfa maior,” explica o Dr. Julian King, co-autor do trabalho.

A variação observada é muito pequena, não mais do que 1 parte em 100.000. “Mas é possível que variações muito maiores possam ocorrer fora do nosso horizonte observável”, especula King.

“Depois de medir a constante alfa em cerca de 300 galáxias distantes, surgiu uma consistência: este número mágico, que nos dá a força do eletromagnetismo, não é o mesmo em todos os lugares, como ele é aqui na Terra, e parece

Dr. John Webb. Phd

variar continuamente ao longo de um eixo preferencial através do universo,” explica o professor John Webb, da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália.

Se os dados se confirmarem – e não tiverem outra explicação menos revolucionária – um achado como esse poderia obrigar os cientistas a repensarem totalmente sua compreensão das leis da Natureza.

“A constante de estrutura fina, e outras constantes fundamentais, são absolutamente centrais para a nossa teoria atual da física. Se elas realmente variam vamos precisar de uma teoria melhor, mais profunda,” arrisca o Dr. Michael Murphy, coautor do trabalho.

A variação das leis da física, seja no espaço ou no tempo, sempre ocupou a mente dos cientistas. Pelas teorias atuais, uma pequena variação de alfa, por exemplo, significaria que as estrelas não produziriam carbono, a base da química que forma a vida na Terra.

É por isso que os cientistas afirmam que são as características “especiais” deste nosso ponto no Universo que criam as condições para a vida como a conhecemos, características estas que poderiam não existir em outros pontos. Uma afirmação de resto circular – poderia haver outros “pontos de equilíbrio”, que dariam origem a formas de vida diferentes da nossa, algo como “se a vida não fosse assim, seria diferente” – descartada, obviamente, a hipótese da “não-vida”.

“Embora uma ‘constante variável’ possa abalar a nossa compreensão do mundo que nos rodeia, afirmações extraordinárias exigem evidências extraordinárias. O que estamos descobrindo é extraordinário, não há dúvida sobre isso,” diz Murphy.

Talvez.  Mas tudo recomenda que se espere até que o artigo seja revisado por outros cientistas e aceito para publicação em uma revista conceituada. Resta saber, sobretudo, se os outros cientistas acharão que uma variação de 1 em 100.000 é assim tão extraordinária.

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109. O que é a física humana para você?

Uma ciência sendo descoberta… Estão vivendo uma fase evolutiva das mais brilhantes.

“Quando vocês falam em criar novas expectativas para o mundo humano, também me contento a observar que o caminho não foi desfeito. Os pesquisadores sérios, encontrarão uma forma humana de compreender o universo, e estes já estão a caminho. Não é porque Einstein abandonou seus estudos pela morte física, que seus estudos não continuarão caminhando sem ele. Outros virão e provarão que:

. A Lua não é exatamente o que vocês pensam que ela seja

. O universo é transparente, não escuro. A densidade de vocês não vê a transparência da Luz e de nenhuma massa não física

. As Leis da Física como os homens conhecem não são as Leis do Universo como nós conhecemos.

Por isso não entendem as velocidades, as transparências, a luz.

. Observem os astros menores e saberão como funcionam os maiores. Observem os maiores e entenderão como funcionam as galáxias.

. Observem as galáxias e entenderão como funcionam os cilindros de tempo e espaço. . . . Observem os cilindros de tempo e espaço e entenderão como funcionam os universos, paralelos e transversos entre si.

. Observem os universos paralelos e nós estaremos lá, prontos para recebê-los.”

Capitão Vitzo

Bibliografia:
Evidence for spatial variation of the fine structure constant
J. K. Webb, J. A. King, M. T. Murphy, V. V. Flambaum, R. F. Carswell, M. B. Bainbridge
Submitted to Physical Review Letters
September 2010
http://arxiv.org/abs/1008.3907

Capitão Vitzo. Um uraniano a serviço da ciência?

Respostas cientificas em linguagem de fácil entendimento

Considero que algumas afirmações que o Capitão Vitzo fez em seu livro “Vitzo-300 Perguntas”, estão pouco a pouco sendo provadas pela ciência, ou pelo menos,a caminho de serem provadas. Abaixo, destaquei algumas constatações feitas por um físico da universidade de Indiana, nos Estados Unidos, Nikodem Poplawski. A matéria esta no site brasileiro Inovação tecnológica.

“O nosso universo pode estar situado no interior de um buraco de minhoca (wormhole) – também conhecido como Ponte de Einstein-Rosen – uma espécie de “cano” hipotético que une dois universos. O próprio buraco de minhoca seria parte de um buraco negro que ficaria dentro de um universo muito maior, que contém o nosso como um traço dificilmente detectável por algum cientista “extra-universal”.

Esse cenário, com cara de ficção científica, no qual nosso universo nasceu dentro um buraco de minhoca, está em um artigo que acaba de ser publicado em uma das mais importantes revistas de Física do mundo.”Na pergunta de número 200, o Capitão Vitzo fala sobre “Buracos Negros”

200. O que são buracos negros?

Caminhos tortuosos que às vezes tomamos para cortar caminho. A massa cinzenta escura se abre e lá vamos nós para outro universo. O caminho é tido como um aspirador e na verdade é um caminho mais curto para outra realidade. O universo está sempre em movimento e se renova a cada instante.

Outro trecho da matéria.”O outro problema é a expansão do Universo. A gravidade deveria estar fazendo com que ele estivesse se contraindo, ou no mínimo, ela deveria estar desacelerando sua expansão. Mas as observações mostram o contrário, o que fez surgir as teorias da matéria escura e da energia escura.”

206. O Universo está em expansão e continuará assim indefinidamente?

Sim, é isso o que existe de verdade em suas palavras. Não existe fim para o crescimento do universo.

203. O que vem a ser a matéria escura?

A matéria escura a que se refere é correspondente a uma borra de café que fica na beirada da xícara. Depois de tragada por movimentos do universo, o material residente nas bordas do universo é o que podemos chamar de matéria escura. São poluentes atmosféricos desintegrados de matérias fosseis encontradas no espaço. Esta matéria fica a deriva até o Todo encontrar outra finalidade para ela.

Outro trecho da matéria.”Um universo em cada buraco negro.No artigo, Poplawski sugere que todos os buracos negros astrofísicos – e não apenas os buracos negros Schwarzschild e Einstein-Rosen – podem ter pontes Einstein-Rosen, cada um com um novo universo em seu interior, que se formou simultaneamente com o buraco negro.”

Do que decorre que o nosso universo poderia ter-se formado dentro de um buraco negro existente dentro de outro universo”, defende ele. Ou, mais especificamente, dentro de um buraco de minhoca que une dois outros universos.

Segundo ele, o conceito de um universo que nasce no interior de um buraco negro de Einstein-Rosen poderia evitar ainda o problema da física atual com o chamado problema da perda de informação dos buracos negros, que afirma que toda e qualquer informação sobre a matéria é perdida quando ela passa pelo horizonte de eventos de um buraco negro – por sua vez, desafiando as leis da física quântica.”

201. Qual o destino da matéria capturada pelo buraco negro?

É matéria despejada na formação de outros universos, mas também podem ser utilizados como rota de caminho mais estreita e perigosa.

No mais, aviso a todos que estou preparando dois livros novos. Um deles, um livro de quase 700 páginas sobre os uranianos, e outro livro, sobre o mundo dos Glaskarianos (Felinos)
Aguardem!