Albert Einstein. Um uraniano genial.

Hoje vi uma notícia interessante, sobre a descoberta cientifica da anti matéria. Leiam este trecho abaixo:

“Cientistas conseguiram comprovar com precisão inédita que a massa do antipróton é idêntica à sua contraparte visível, o próton. O resultado mostra algo antes só previsto em teoria: existe simetria entre as massas das partículas de matéria e antimatéria. Os cientistas precisam entender a relação entre as massas dessas partículas fundamentais para descobrir por que a natureza parece ter escolhido a matéria em vez da antimatéria. O mundo visível é formado pelo que chamamos de matéria. Ela é composta por várias partículas fundamentais. Uma delas é o próton, de carga positiva, no núcleo dos átomos. Essa área é envolta por elétrons, de carga negativa. Já a antimatéria, invisível, é formada exatamento pelos mesmos “tijolos” da matéria, a não ser pela carga contrária. Os físicos acreditam que o universo foi criado com a mesma quantidade de matéria e antimatéria. Só assim as equações fazem sentido. Contudo, por algum motivo desconhecido, esse equilíbrio foi quebrado: a variante que reina no mundo visível é a matéria, e não a antimatéria. Isso quer dizer que tanto a matéria quanto a antimatéria existem no universo, mas há um pouco mais da primeira disposta em planetas, estrelas e galáxias. Por quê? Ninguém sabe ainda.” Fonte: Revista Veja Digital

Isso me fez lembrar de Vitzo e de Einstein. Do Comandante Vitzo, porque ele cita em “Vitzo.300 Perguntas” entre muitas outras coisas, algo sobre o átomo. Vamos recordar: “O contexto em que falamos aborda muitas leis. As leis da física do Universo em nada parecem com as leis da física da Terra. Primariamente, falamos em relações onde o átomo se julga a grande verdade. O átomo nada mais é do que uma ínfima partícula do conhecimento universal das leis universais que abrangem a física. Vocês falam do átomo como a grande descoberta do século passado. Perto do que verão os300 perguntas respondidas pelo Comandante Vitzo cientistas em breve, o átomo não significa absolutamente nada diante das leis do Universo. Serão descobertas outras partículas de energia que colocarão o átomo em sua nobre posição de não significar mais nada para o desenvolvimento humano. Em outras galáxias, o átomo foi extinto por outras forças mais poderosas. O poder da luz e o poder das estrelas foram trabalhados de forma que concebesse energia pura radioativa nos oceanos e estes fossem mares de fertilidade atômica. Não deste átomo que vocês conhecem. De outro que vão conhecer um dia. Mais bipartido, mais íntegro, mais dissolúvel e mais fantasticamente poderoso do que o encontrado até aqui. Naves espaciais extraterrestres não trabalham com partículas atômicas. Trabalham com minérios sobrecarregados com partículas subatômicas que favorecem o fornecimento de energia quântica sempre que for necessário. O átomo não deixa enxergar o poder maior de subpartículas que existem atrás de um átomo. O homem se enganou quando disse ter separado a menor parte de uma partícula energética porque a menor partícula energética não é visível aos olhos humanos. E não é visível aos olhos humanos porque não é possível ver aquilo que não se compreende. A Sexta Lei Universal reza sobre os problemas que os seres venham a ter com tecnologias desconhecidas. O homem na Terra não tem poder maior porque seria perigoso que tivesse.” 

Parece que Vitzo está acertando de novo. Uma parte do átomo está sendo visualizado pelos cientistas atuais e comprovado cientificamente. Isso me fez lembrar de Albert Einstein, um ser humano que levou a humanidade a dar um grande salto. Einstein é referência de genialidade até hoje, e é  citado por Vitzo no mesmo livro não como um humano, mas como um uraniano que ainda está entre nós.

“Muitos dos extraterrestres que se colocaram à disposição do sistema da roda cármica encontraram tempos mais fáceis. O mundo havia evoluído e foram muitos os extraterrestres que partiram para a vida física para serem professores, mestres cientistas e avançados técnicos em aviação ao reencarnar. Einstein foi um deles. O senhor que descobriu os mistérios da física como nenhum outro

Einstein. Um uraniano a serviço do desenvolvimento terrestre

foi um destes casos em que o cérebro humano aglutinou a mensagem extraterrestre com as deficiências e limitações terrestres. Einstein pertenceu a uma categoria de seres únicos, especializados na química e física intergaláctica e ainda está preso nas rodas cármicas que determinam a vida no planeta.

 Ele reencarnou várias vezes e ainda ronda a Terra como humano, trabalhando seriamente no processo evolutivo da matéria e antimatéria. E assim muitos outros, milhares estão sobre a Terra, passando para seus filhos terrestres as lembranças estelares e criando novos tipos de linhagens com DNAs mais evoluídos. Nós uranianos sabemos que todo tipo de averiguação terrestre feita por povos estelares incorre sempre no mesmo erro. Acabam se envolvendo mais e mais nos aspectos terrestres. Já entendi também que isso não ocorre à toa. ” 

A pergunta que deixo no ar é: Estaria Einstein por trás desta nova descoberta? Para Vitzo, parece que não existem duvidas em relação a isso.

Cientistas humanos começam a repensar Leis da Física

Quando começo a achar que os humanos e sua ciência podem ficar estagnadas devido a milhares de intereses escusos, vejo uma luz no fim do túnel. Leiam com atenção esta matéria abaixo, extraida do site IT ( http://www.inovacaotecnologica.com.br) . Depois, ao final, voltarei com algumas ponderações encontradas nos livros dos Uranianos, e também algumas palavras do Capitão Vitzo .

* * *

Uma equipe de astrofísicos está propondo uma teoria que muda radicalmente a forma como entendemos o Universo.

Em um artigo ainda não aceito para publicação em revistas científicas, o grupo afirma ter encontrado indícios de que as leis da física são diferentes em diferentes partes do Universo.

Constante alfa

O artigo propõe que uma das supostas constantes fundamentais da natureza talvez não seja assim tão constante.

Em vez disso, este “número mágico”, conhecido como constante de estrutura fina – ou constante alfa – parece variar ao longo do Universo. A constante alfa mede a magnitude da força eletromagnética – em outras palavras, a intensidade das interações entre a luz e a matéria.

Há alguns anos, físicos propuseram que alfa poderia ter variado ao longo do tempo – numa escala de 12 bilhões de anos – mas agora os físicos propõem que ela varia ao longo do espaço.

Pelos dados obtidos pelos pesquisadores, a constante alfa não seria constante, mas variável, contrariando o princípio da equivalência de Einstein, que estabelece que as leis da física são as mesmas em qualquer lugar.

“As implicações para o nosso entendimento atual da ciência são profundas. Se as leis da física passam a ser apenas ‘sub-leis locais’, pode ser que, embora a nossa parte observável do Universo favorece a existência da vida e dos seres humanos, outras regiões mais distantes podem ter diferentes leis que se oponham à formação da vida, pelo menos tal como a conhecemos,” especula ele.

Eixo magnético universal

As conclusões dos pesquisadores foram baseadas em medições realizadas com oVery Large Telescope (VLT), no Chile, e com os maiores telescópios ópticos do mundo, no Observatório Keck, no Havaí.

“Os telescópios Keck e VLT estão em hemisférios diferentes – eles olham para direções diferentes ao longo do Universo. Quando olhamos para o norte com o Keck, vemos em média um alfa menor nas galáxias distantes, mas quando olhamos para o sul com o VLT, vemos um alfa maior,” explica o Dr. Julian King, co-autor do trabalho.

A variação observada é muito pequena, não mais do que 1 parte em 100.000. “Mas é possível que variações muito maiores possam ocorrer fora do nosso horizonte observável”, especula King.

“Depois de medir a constante alfa em cerca de 300 galáxias distantes, surgiu uma consistência: este número mágico, que nos dá a força do eletromagnetismo, não é o mesmo em todos os lugares, como ele é aqui na Terra, e parece

Dr. John Webb. Phd

variar continuamente ao longo de um eixo preferencial através do universo,” explica o professor John Webb, da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália.

Se os dados se confirmarem – e não tiverem outra explicação menos revolucionária – um achado como esse poderia obrigar os cientistas a repensarem totalmente sua compreensão das leis da Natureza.

“A constante de estrutura fina, e outras constantes fundamentais, são absolutamente centrais para a nossa teoria atual da física. Se elas realmente variam vamos precisar de uma teoria melhor, mais profunda,” arrisca o Dr. Michael Murphy, coautor do trabalho.

A variação das leis da física, seja no espaço ou no tempo, sempre ocupou a mente dos cientistas. Pelas teorias atuais, uma pequena variação de alfa, por exemplo, significaria que as estrelas não produziriam carbono, a base da química que forma a vida na Terra.

É por isso que os cientistas afirmam que são as características “especiais” deste nosso ponto no Universo que criam as condições para a vida como a conhecemos, características estas que poderiam não existir em outros pontos. Uma afirmação de resto circular – poderia haver outros “pontos de equilíbrio”, que dariam origem a formas de vida diferentes da nossa, algo como “se a vida não fosse assim, seria diferente” – descartada, obviamente, a hipótese da “não-vida”.

“Embora uma ‘constante variável’ possa abalar a nossa compreensão do mundo que nos rodeia, afirmações extraordinárias exigem evidências extraordinárias. O que estamos descobrindo é extraordinário, não há dúvida sobre isso,” diz Murphy.

Talvez.  Mas tudo recomenda que se espere até que o artigo seja revisado por outros cientistas e aceito para publicação em uma revista conceituada. Resta saber, sobretudo, se os outros cientistas acharão que uma variação de 1 em 100.000 é assim tão extraordinária.

*******************************************************************************************************

109. O que é a física humana para você?

Uma ciência sendo descoberta… Estão vivendo uma fase evolutiva das mais brilhantes.

“Quando vocês falam em criar novas expectativas para o mundo humano, também me contento a observar que o caminho não foi desfeito. Os pesquisadores sérios, encontrarão uma forma humana de compreender o universo, e estes já estão a caminho. Não é porque Einstein abandonou seus estudos pela morte física, que seus estudos não continuarão caminhando sem ele. Outros virão e provarão que:

. A Lua não é exatamente o que vocês pensam que ela seja

. O universo é transparente, não escuro. A densidade de vocês não vê a transparência da Luz e de nenhuma massa não física

. As Leis da Física como os homens conhecem não são as Leis do Universo como nós conhecemos.

Por isso não entendem as velocidades, as transparências, a luz.

. Observem os astros menores e saberão como funcionam os maiores. Observem os maiores e entenderão como funcionam as galáxias.

. Observem as galáxias e entenderão como funcionam os cilindros de tempo e espaço. . . . Observem os cilindros de tempo e espaço e entenderão como funcionam os universos, paralelos e transversos entre si.

. Observem os universos paralelos e nós estaremos lá, prontos para recebê-los.”

Capitão Vitzo

Bibliografia:
Evidence for spatial variation of the fine structure constant
J. K. Webb, J. A. King, M. T. Murphy, V. V. Flambaum, R. F. Carswell, M. B. Bainbridge
Submitted to Physical Review Letters
September 2010
http://arxiv.org/abs/1008.3907